AUTOATENDIMENTO

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

PASSO A PASSO NO PHARMA CONNECTION, clique aqui

Clique para abrir, escreva oi ou use palavras chaves: tais como: férias, hora, receita, xml, carimbo, antibióticos.



AQUI VOCÊ ENCONTRA TODO O PASSO A PASSO,   NA SEGUINTE ORDEM NÚMERICA:



1 - CLIQUE AQUI   PARA  O  COMO ENVIAR O XML PARA ANVISA (com vídeo);

20  - CARIMBO REDUTOR PARA MEDICAMENTOS DA PORTARIA 344/98


21 - PROCEDIMENTO ANVISA PARA FARMACÊUTICOS COM MUDANÇA DE NÚMERO DE SEU CRF





USE A BARRA DE ROLAGEM PARA IR ATÉ O FINAL;  use o botão  Postagens mais antigas no final da página para outros assuntos, tais como modelos de  carimbos e etc.



SOFT'S DE ANTIMICROBIANOS  PODERÃO SER OPERACIONALIZADOS POR FUNCIONÁRIOS TREINADOS PELO FARMACÊUTICO

De acordo com a Lei 3.820/60, todas as atividades do farmacêutico, no Brasil, são regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Reunido, nessa quinta-feira (25), em Brasília, o Plenário do CFF, na defesa da assistência farmacêutica - principal atividade do farmacêutico, em farmácias e drogarias - votou pela alteração do Artigo 1º, da Resolução nº 542/2011* e determinou que:

O FARMACÊUTICO PODERÁ ATRIBUIR A ESCRITURAÇÃO DAS RECEITAS DE ANTIMICROBIANOS A FUNCIONÁRIO POR ELE TREINADO E SOB SUA ESTRITA SUPERVISÃO. PORÉM, A CONFERÊNCIA E A TRANSMISSÃO DOS DADOS É ATIVIDADE INDELEGÁVEL DO FARMACÊUTICO.
*A alteração será publicada, em breve, no Diário Oficial da União (DOU)



Walter da Silva Jorge João
Presidente do CFF

Contudo, a dispensação das receitas permanece atividade exclusiva do farmacêutico. 

Resolução RDC nº 22, de 29 de abril de 2014, ANVISA


Art. 18. O sistema informatizado do estabelecimento, que gera os arquivos XML para envio ao SNGPC, deve ter acesso restrito ao farmacêutico responsável técnico ou seu substituto legal devidamente cadastrado e associado no SNGPC.

§ 1º O farmacêutico responsável técnico pode delegar a terceiros, sob sua responsabilidade, o acesso parcial ao sistema informatizado para fins de inserção dos dados.

§ 2º É função do farmacêutico responsável técnico a geração e envio dos arquivos XML ao SNGPC.










terça-feira, 20 de setembro de 2022

Participação de Pedro Longo na regularização de terras urbanas em Sena Madureira


VEJA O BATE PAPO COMPLETO:

https://www.youtube.com/watch?v=fZ0WPOtqntc&t=1258s

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

TERÇA-FEIRA, DIA 20 DE SETEMBRO ÀS 14h - Vamos realizar nosso bate papo com deputado da desburocratização do Acre, Pedro Longo

TERÇA-FEIRA, DIA 20 DE SETEMBRO ÀS 14h - Vamos realizar nosso bate papo com deputado da desburocratização do Acre, Pedro Longo

Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. edmilson@edmilsonacre.com

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Perpétua divulga apoio ao setor farmacêutico

A deputada federal pelo o Acre, Perpétua Almeida (PC do B), usa seu espaço de campanha para divulgar a defesa das farmácias, drogarias e os farmacêuticos da tentantiva de liberar medicamentos nos botecos, bodegas, supermercados, mercadinhos e lojas de conveniências.




ASSISTA O VÍDEO DE DEFESA DO SETOR FARMACÊUTICO





A SRA. PERPÉTUA ALMEIDA (PCdoB - AC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - 
Muito obrigada, Sr. Presidente.

Sras. e Srs. Deputados, é muito importante que os colegas Parlamentares que estão em casa acompanhem agora esta decisão da Câmara dos Deputados, porque não podemos tratar um assunto tão sério, que diz respeito à saúde pública, à saúde das brasileiras e dos brasileiros, sem um debate aprofundado.

É muito grave o que está acontecendo aqui e agora. Se quero comprar carne, vou ao açougue lá no supermercado. Se quero comprar arroz, feijão, vou ao supermercado. Mas se quero comprar um medicamento, com receita ou sem receita, vou à farmácia. Se for um remédio que não precisa de receita, encontro na farmácia um profissional treinado, um profissional formado, uma farmacêutica para me orientar e dizer se deve ser aquele ou outro medicamento. Agora, se eu comprar o medicamento no supermercado, quem vai me orientar? É o açougueiro? É o vendedor?


Eu falei sobre isso agora há pouco, até de certa forma para desmoralizar esse processo. E perguntei: a Neosaldina vai ficar em qual prateleira do supermercado? Do lado da cachaça ou do lado da vodca? E do lado do açúcar, vai ter lá o remédio para diabetes? O remédio do coração vai estar no açougue junto com a carne para o cara já tomar e não passar mal quando vir o preço da carne? É isso, meus amigos! É muito preocupante a decisão que a Câmara quer tomar hoje, especialmente quando vejo muitos partidos se posicionando a favor disso. Não dá para brincar com a vida dos brasileiros.


E quero mostrar para V.Exas. que o Conselho Federal de Farmácia fez um extraordinário material. Seria importante se essa pequena cartilha chegasse aos lares de todos e todas as brasileiras. Seria importante que, antes de votar, cada Deputado ou cada Deputada pudesse ter acesso a esse material.

Coloca ali o Conselho quatro motivos para rejeitar a venda de medicamentos nas prateleiras dos supermercados. Um deles é que é uma economia burra. Sim, burra porque o baixo preço para o cidadão significa uso indiscriminado do remédio e mais doentes na conta do SUS. Aqui também coloca o outro item.

Sim, há duas pesquisas aqui que dizem o seguinte: Nos Estados Unidos, a partir da venda em supermercados, uma morte por dia por medicamento mal utilizado. E, no Reino Unido, analgésicos e anti-inflamatórios, entre outros, são a maior causa de intoxicação em crianças. É claro que se está na prateleira do supermercado, está de fácil acesso. Remédios causam intoxicação em milhares de brasileiros. O que acontece com remédios mal utilizados? Nove mil vítimas em 4 anos. Seis pessoas vítimas por dia. Isso é o que acontece quando você toma o medicamento sem a correta orientação.

Os supermercados já vendem medicamentos da forma correta, porque dentro da maioria dos supermercados do Brasil há uma farmácia. Esta é a forma correta. Agora, colocar o medicamento na prateleira do supermercado é irresponsabilidade com a saúde das brasileiras e com a saúde dos brasileiros, principalmente dos mais simples, que não têm acesso com facilidade a um médico.

Ora, Sr. Presidente, colegas Parlamentares, só há um motivo para o Presidente Bolsonaro querer aprovar esse projeto hoje para vender remédios no supermercado. A carestia está tão grande, o brasileiro chega lá e vê que o arroz está caro, a carne está cara, o feijão está caro - e sabemos que a culpa é do Bolsonaro -, o cara passa mal e já procura logo ali um remédio para dor de cabeça ou um remédio para o coração. Só há uma explicação para isso.

Colegas Parlamentares, digam-me qual é a urgência de votar esse projeto aqui. Por que não esperamos acabar o processo eleitoral, acabar a campanha eleitoral, reunir todos os Parlamentares no plenário desta Casa, fazer o debate sadio, fazer o debate informativo e votarmos? Se alguém quiser continuar votando errado, que vote, mas pelo menos que tenhamos oportunidade para discutir o assunto.

O profissional farmacêutico leva anos no banco de uma universidade para se formar. O dono da farmácia paga caro, sim, para ter o farmacêutico lá dentro da farmácia, porque votamos essa lei aqui, obrigamos que em cada farmácia houvesse um farmacêutico. Agora, estamos aqui querendo votar um projeto que permite vender o remédio na mesma prateleira da carne, na mesma prateleira do açúcar? Quanta irresponsabilidade para com a saúde dos brasileiros e das brasileiras!

Muito obrigada.


Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. edmilson@edmilsonacre.com

Michelle Melo faz defesa do piso nacional do farmacêutico

Bate papo com a candidata a deputada estadual pelo o PDT, a vereadora campeã de votos em Rio Branco (AC), Michelle Melo, em 24 de agosto. 
 Ela defende o piso salarial dos farmacêuticos, o reconhecimento de drogarias e farmácias como estabelecimentos de saúde, e todos os seus funcionários com profissinais de saúde e com o devido direito à vacinação prioritária, conforme preconiza o Governo Federal, via SUS. 

 Michelle também falou da defesa que fez da prorrogação dos contratos do farmacêuticos junto à prefeitura e explicou o porquê de fazer forte oposição ao prefeito Bocalom (PP). Discute também o como evoluir para reduzir a burocracia na prescrição médica, e, a consequente dispensação farmacêutica, bem como o uso das receitas eletrônicas, mas também lembra do atraso tecnológico e da ausência de ferramentas que melhoram a saúde pública. 

O recolhimento junto à população dos medicamentos vencidos e à destinação ambientalmente corretas, já prevista por lei, mas não praticada. A vereadora também expôs sua opinião sobre o ensino remoto no âmbito dos cursos da saúde. Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. edmilson@edmilsonacre.com

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

CELERIDADE E PADRONIZAÇÃO DO LICENCIAMENTO SANITÁRIO

Acre: deputado estadual Pedro Luis Longo  encontrou na tarde desta segunda-feira, dia 29 de agosto,  empresários do ramo da saúde: farmacêuticos, médicos, dentistas e veterinários, e,  também,  os profissionais contadores  e os  auditores sanitários que cuidam tais estabelecimentos para discutir a finalização de projeto de lei que visa criar a padronização do licenciamento sanitário no Estado do Acre.

O deputado é autor de lei que estabelece prazo máximo de 30 dias para liberação do licenciamento sanitário e do estatuto acreano da liberdade econômica, ideias que visam desburocratizar investimentos e gerar emprego e renda.






Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. edmilson@edmilsonacre.com

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

José Adriano defende a OCA do empresário, para desburocratizar os empreendimentos

Em bate papo com o jornalista Edmilson Alves,  do blog edmilsonacre.com,  na tarde desta quarta-feira 24,  o candidato a deputado federal pelo o Acre, José Adriano (PP) diz ser “o legítimo” representante daqueles que geram emprego e renda, e defende  a celeridade e desburocratização dos empreendimentos por meio da digitalização dos processos administrativos.  Ele é presidente licenciado do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) e está no segundo  mandato.  A Fieac  é ligada ao sistema S, que compreende desde o Sebrae, que apoia as micros e pequenas empresas, até a Federação do Comércio (Fecomércio), dentre outros.


“Nós apresentamos uma proposta desafiadora para o prefeito Tião  Bocalom [da capital do Acre, Rio Branco]” para padronizar procedimentos, criando  um cheque list pelo o qual o empresário receba o alvará provisório, enquanto os órgãos fiscalizadores e administrativos fiquem reunidos como uma espécie de força tarefa, trabalhando em conjunto, para agilizar a liberação definitiva.


Para o candidato,  o maior desafio empresarial  é vencer o “medo dos agentes públicos" da atuação do Ministério Público, o que gera insegurança aos atos administrativos, pois mesmo não havendo, por lei, hierarquia entre normas e órgãos de licenciamentos, pois nem sempre há previsão legal para que a emissão de determinado documento seria obrigatório ter um licenciamento anterior. Na verdade, os órgãos públicos  podem trabalhar de forma simultânea,   em sintonia e até parceria, para evitar atrasos e eliminar os  prolongados prazos de aprovação dos diversos documentos, dos ambientais, passando pelo os de segurança e, até mesmo, aos licenciamentos sanitários.


Adriano se posiciona contra a proposta de  liberar medicamentos em supermercados,  e diz ser grave a ideia  que propõe liberar o farmacêutico remoto para farmácias e drogarias, pois tal profissional seria imprescindível na dispensação correta e da prestação, com segurança,  do uso do medicamento para o consumidor. 

 

Assista na íntegra:


 



Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. edmilson@edmilsonacre.com

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Debate sobre o ambiente político sanitário farmacêutico

evento

QUARTA-FEIRA, 24 DE AGOSTO









CANDIDATO A GOVERNADOR, SÉRGIO PETECÃO FALA DO SEU PROJETO DE LIBERAR MEDICAMENTOS EM SUPERMERCADOS SEM ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA 



   




vídeo abaixo,  DEBATE sobre a importância da consequência do voto para o ramo farmacêutico.​





Participação dos juristas: Dr Marcos Vinicius Paiva e Dr. Luiz Antônio Pontes,   e dos doutores farmacêuticos: Rossana Freitas, João Vitor Italiano,  Laércio da Farmácia e  Hugo Prates e os empresários José Luiz  e participação especial do mercado farmacêutico manauara, da empresária Rirgeles Gomes.












Entre para o grupo WhatApp:


PROJETO QUEM NOS DEFENDE? 


SEGUNDA-FEIRA, 22 DE AGOSTO, ÀS 18h (hora Acre)


     Bate Papo de Edmilson Alves com os candidatos que defendem propostas para o setor farmacêutico e sanitário.                                    ​

     A série será ao vivo nos canais do YouTube, com posterior transmissão pelas redes socais: WhatApps, Facebook, Instagram e no endereço www.edmilsonacre.com, durante todo o período eleitoral.




Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. edmilson@edmilsonacre.com

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

CALENDÁRIO DE ENTREVISTA

Eleições 2022: série de entrevistas: 

Quem nos defende?  Bate Papo de Edmilson Alves com os candidatos que defendem propostas para o setor farmacêutico e sanitário.     


A série será ao vivo nos canais do YouTube, com posterior transmissão pelas redes sociais: WhatApps, Facebook, Instagram e no endereço www.edmilsonacre.com, durante todo o periodo eleitoral.                      
 Que tal você nos falar quais são os seus anseios, o que piorou ou melhorou desde 201 8?  

Vamos ajudar nos questionamentos?



AGENDA DE ENTREVISTAS DOS CANDIDATOS:

MICHELLE MELO, Deputada Estadual
24 de agosto às 16h

ADRIANO, Deputado Federal
24 de agosto às 17h

Cadmiel Bonfim, Deputado Estadual
01  de setembro às 18h



CONVIDADOS COM DATA AINDA POR CONFIRMAR:

Pedro Longo, Deputado Estadual
Marcus Alexandre, vice-governador
Perpertua Almeida, Deputada Federal
Leo de Brito, Deputado Federal
Adailton Cruz, Deputado Estadual
Jesuíta Arruda, Deputada Federal
Gerlen Diniz, Deputado Federal
Nicolau Júnior, Deputado Estadual
Antônio Morais, Deputado Estadual
Allan Rick, senador
Mara Rocha, governadora


Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. 
E-mail:  edmilson@edmilsonacre.com

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

VOTAÇÃO DO PEDIDO DE URGÊNCIA PL MEDICAMENTOS NOS SUPERMERCADOS


Sim, pela liberação de medicamentos nos supermercados;
Não, mantém a proibição  de medicamentos nos supermercados;


ALTERA LEI 5.991/73

§2º Os medicamentos isentos de prescrição, assim classificados pelo órgão sanitário federal em normas regulamentares, poderão ser dispensados e comercializados em supermercados e estabelecimentos similares, sem a necessidade de intervenção de farmacêutico para a dispensação. (NR)”

Avance para a partir das  4h06min





Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. ed1000sonalves@gmail.com

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Em resposta ao blog do Edmilson, Anvisa defende continuidade das receitas eletrônicas

A medida garante a continuidade das prescrições eletrônicas, mesmo após o fim de emergência em saúde causada pela Pandemia da Covid-19.


A assessoria de imprensa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), respondeu ao blog do Edmilson Alves acerca das receitas eletrônicas e defendeu nesta quinta-feira 26 de maio a continuidade de tais prescrições da forma que já vinham sendo realizadas há 2 anos.

 Embora a regulamentação do tema esteja em discussão na Anvisa, que já realizou a Consulta Pública 1018/2021 e consolida as suas contribuições, não há obstáculo para a emissão e aceitação de tais prescrições, dado que a sua previsão legal consta da Lei 14963/2020. Por essa mesma razão, a revogação da Portaria 467/2020 não tem impacto na aceitação de tais documentos”, esclareceu agência.




O posicionamento da Anvisa assegura que dentistas e médicos possam continuar, sem interrupções, a prescrição eletrônica, desde que presente da assinatura do prescritor via certificado digital ICP BRASIL. 

A receita deve ser um documento nascido digitalmente, de forma que não pode ser aceita uma receita em papel digitalizada, e assinada digitalmente com certificado ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira)conforme previsto no art. 13 da Lei 14063/2020. As prescrições digitais precisam atender às exigências previstas na legislação sanitária e aos requisitos de controle estabelecidos pelas Portarias SVS/MS 344/1998 e 6/1999. Além disso, a dispensação deverá ser escriturada no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), conforme determina a RDC 22/2014. É importante ainda destacar que a Receita de Controle Especial, na Portaria 344/98, é aquela destinada à prescrição de medicamentos das listas C1 e C5.





Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. ed1000sonalves@gmail.com

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

J CRUZ ACESSOS





Edmilson Alves é especialista em Vigilância Sanitária e Gestor em Assistência Farmacêutica. CONTATO  ed1000sonalves@gmail.com